sábado, 1 de maio de 2010

UM ACORDAR DA IGNORÂNCIA

A ignorância não é absoluta,
É abstrata, é nevoa de madrugada.
A ignorância não é astuta,
é apenas um principio que te oculta.
A ignorância, não é morta,
É viva, que te mata por dentro

Não é o fim, nem o principio
Não é nada
Vive em ti, desola, esquece

Mas uma nova caracteristica chega à ignorância
Uma nova mente,
Uma mente diferente e inivadora.
Aquele, que tu por seres, ó ignorante, não conheces
É aquela, que tu
nunca abondonaste,
é apenas aquele que tu tanto desprezaste!

Porque a renovação renasce em ti
Porque a ignorância cresceu,
e atingiu o limite,
Tu tens essa oportunidade

Cria, inova
Aparece e fala, não tenhas receio
Porque a ignorancia acabou
uma nova vida chegou

e tu ACORDAS-TE

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