sábado, 1 de maio de 2010

De sul para Norte

Quando os montes ficaram para trás, ainda não tinha acreditado
Quando as planícies chegaram, o anseio ainda mal tinha começado
Por vales, planícies e montes, tu nunca regressas-te
Porque uma procura ansiada, nunca é desperdiçada
Porque quem procura, quem quer, quem deseja,
Nunca morre, desvanece apenas

Mas encontrado o caminho,
Por vales, rios e montes
encontrado o tão ansiado, o desprezo vai.
Mas se achas que o desprezo vai, e não torna a aparecer,
Enganas-te!
Porque o desprezo, e a ansiedade, nunca vão,
apenas permacem tranquilos e descansados,
sozinhos, escondidos, hibernados
e quando tu queres regressam, ao mundo do passado
Porque quando tu não consegues, ele
Reaparece

Porque vales e montes são muitos
Porque rios não param nunca
O futuro é aberto, nunca delineado,
Não esperes, corre e anseia,
Pará! Porque parar faz bem, faz sentido
faz de ti uma pessoa...

Sem comentários:

Enviar um comentário