terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Hoje tou aziado! Calou!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

O principe

Vou ler outra vez Maquiavel. 
Mais um vez consegui ser (e digo ironicamente porque era quase como se fosse uma vitória), albarroado pela minha generosa e compreensiva turma.
Já vem sendo hábito cada vez alguém tenta mudar algum aspecto, alterar algum comportamento menos correcto, ser apanhado num tsunami e ficar no fundo de todo o entulho.
Hoje, tirei dois lição que hão-de ficar até ao fim; a primeira é que por muito que se tente melhor um aspecto da minha turma para melhor (como era por exemplo o caso da reciclagem), é impossivel porque existem "direitos indiscutiveis" (como por exemplo o direito de nao reciclar, algo basico, mesmo quando se têm dois contentores ao pé da "focinheira")

A segunda: que felizmente nem todos são assim.



"pieguices"

http://publico.pt/Política/passos-pede-aos-portugueses-para-serem-mais-exigentes-e-menos-piegas-1532562

Até podem nem me ouvir um bocadinho, mas está aqui a prova que as coisas vao realmente mudar

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Uma educação católica

Sou claramente influenciado por uma ideologia católica. Ensinaram-me no Externato S. Domingos, uma série de normas, baseadas sempre num factor comum: o respeito.
Considero que o respeito é como uma linha ténue, no entanto eficaz e com uma certa " elasticidade".
O texto que escrevi acima, repito, apela ao civismo. Puro civismo;

Há quem diga que fui arrogante, mas realidade é que se têm vindo a dessenrolar certos acontecimentos que infelizmente "me têm ficados presos na garganta"; Não considero de maneira alguma ter ofendido alguém ao demostrar uma realidade que pode ser comprovada diariamente.

Num mundo completamente globalizado, e onde tudo se sabe, achei de muito mau grado virem-me ofender (e por favor nao venham com desculpas),  numa rede social pessoal ao qual nao tenho acesso.

Volto no entanto a apelar ao civismo porque foi essa a razão porque escrevi o texto.

A minha turma (Reciclagem)

A minha turma tem um problema (além dos muitos outros que me cansam). Mas este faz-me alguma "comichão". Não sei se é por falta de conhecimento, ou se mesmo por ignorância pessoal, mas, apesar de ter dois caixotes do lixo para reciclar, a minha turma continua nojenta.
Podem dizer o que quiserem de mim, mas NUNCA poderão dizer que não respeito o ambiente, e parecendo que não torna-se algo bastante importante para mim.

A verdade é que a minha turma continua a por todo o lixo no caixote normal, numa falta de civismo e até mesmo educação. Podem dizer que não sabem, mas para isso existe a Internet, e se podem estar uma tarde inteira no face, podem perder 3 minutos a imprimir um qualquer folheto que as ajude.

Podem até dizer que não reciclam pq não têm contentores ao pé de casa. Pois lamento, mas eu tb não e levo o lixo no carro até Fátima onde faço a selecção nos ecopontos. Não custa nada, mas parece que A MINHA TURMA (ou para ser correcto, parte dela - todos sabemos que não são todos) NÃO FOI CAPAZ DE ACOMPANHAR AS PREOCUPAÇÕES AMBIENTAIS E SOCIAIS.
PERGUNTO-ME SERIAMENTE QUAL VAI SER A EDUCAÇÃO DOS SEUS FILHOS! O país e o mundo não é de um grupo de pessoas. É de todos.

 Amanhã vou colar uma folha na parede a explicar como é que se faz a reciclagem

Find me

As vezes ponho-me a pensar até que ponto nunca ter tido namorada me influencia as minhas atitudes com a Pena.
Eu sei que para quem assiste pareço um bocado frio com ela, mas eu já tentei explicar que não sou capaz de ser tão afectivo como ela gostava. Provavelmente explica-se pela psicologia que não tenho segurança amorosa. Eu sei que não é um relacionamento amoroso, mas é afectivo. Acho simplesmente que estou demasiado disponivel... precisava realmente de alguém, mas mais do que uma amiga.

XPTY

    Sou um rapaz informado. Leio, tento compreender e crio opiniões....
Estou em Humanidade e não sei o que hei-de seguir, enfim, alguém perfeitamente normal (ok, está bem, quase normal).... mas nos ultimos dias à uma coisa que realmente me começa a preocupar....
Sou claramente pertencente a uma classe média que se vai aguentado dificilmente nestes tempos incertos... e tudo isto me começa a fazer um certo medo.
       Afinal o que é, deixar de ter tudo, deixar de ser uma classe média, de poder estudar, de realmente ser eu mesmo? Já imaginei uma quantidade indecifravel de cenários caso as coisas corressem mal, e todas elas parecem demasiado tragicas.
      Não me venham cá com teorias de esquerda e pa-ta-ti, etc... eu acredito num futuro melhor para mim. Acredito que todo o esforço vai valer a pena. Sou Português e sinto-o como tal.
Não, não tenho perdido a esperança, mas custa pensar num futuro incerto....