Mas persisti. Não porque ela - a consciencia- não tivesse razão, mas porque sentia-me na obrigação de ali estar.
Começaram a falar de uma futura ida ao cinema, ou saída à noite , eu só pensava; "Fixe, boa! De certezinha que não vou a esta! Nem pensar! Não quero não vou!"
e depois o outro - o Alex, o subconsciente - dizia, e questionava-me, exctamente ao mesmo tempo :" O quê? Mas tens quantos anos? Não sais porque? Vais ficar no sofa mais uma noite, sabendo que eles se divertem?"
E ela ganhou!
DÁRIO FLORINDO

emenda para "EVERY" e nao "ever"
ResponderEliminar- e bom saber que nao sais porque te sentes mal connosco.
beijo, Ana Penicas