Sinceramente, tenho um enorme orgulho em saber controlar-me e não dizer tudo aquilo que penso.
Parece mesmo que é fixe agir por impulso;está em voga «conseguir dizer aquilo que se pensa na cara dos outros...». Diria até que se tornou tão fixe, que é uma moda, e quem a "comprar" , torna-se um herói (ou heroína)....
é fixe é.....
Mais orgulho tenho ainda em não me "mexer" muito....pelo menos pelo enquanto.... Mas fica a promessa: vão rolar cabeças
quinta-feira, 8 de março de 2012
Caras e acne
Há quem se orgulhe de conseguir "dizer tudo na cara dos outros".
Pessoalmente nunca percebi muito bem o que quer dizer essa expressão.... «dizer tudo na cara....».
A nível linguístico está expressão é, estúpida. Primeiro porque se pressupõem que é uma conversa séria, e todos sabemos que em conversas sérias, olhamos 10 segundos para os outros do outro e depois desviamos o olhar. Por isso, se não falas nos olhos, não podes dizer que é «na cara»... geralmente eu até costumo a olhar para o cabelo ou para um borbulha ou algo estúpido por trás dessa pessoa...
Pessoalmente nunca percebi muito bem o que quer dizer essa expressão.... «dizer tudo na cara....».
A nível linguístico está expressão é, estúpida. Primeiro porque se pressupõem que é uma conversa séria, e todos sabemos que em conversas sérias, olhamos 10 segundos para os outros do outro e depois desviamos o olhar. Por isso, se não falas nos olhos, não podes dizer que é «na cara»... geralmente eu até costumo a olhar para o cabelo ou para um borbulha ou algo estúpido por trás dessa pessoa...
quarta-feira, 7 de março de 2012
O elogio do cansanço
Fernando Pessoa, nasceu cansado, monótono mas com mil e uma pessoas dentro de si. Mostrou por Campos o seu cansaço.
Começa a fazer-me uma certa azia, certas coisas que tenho ouvido e visto nas ultimas semanas. Já tomei uma aspirina, resolveu meio problema.
(...)
..... sinceramente, como não me apetece acordar amanha e ter uma linchamento à porta da minha sala, não vou escrever mais nada por uns tempos, para ver se esta "azia" me passa...
O poder da "inovação" e dos meios de "informação e comunicação"
«Não o odeio, isso é demasiado forte. Se há coisa que me faça uma certa comichão é que as pessoas sejam injustas e arranjem argumentos que não fazem o mínimo sentido. Pior ainda é quando os argumentos que me dão são fracos e sei que os consigo derrubar mas simplesmente não me apetece fazê-lo. Sinto-me injustiçada? Talvez, tenho razões para tal. Quando trabalho e me empenho e vejo que quem não trabalha nada e não se preocupa tem mais recompensas que eu, é lógico que não compreendo. Da próxima vez faço como os outros, não trabalho nada e eles também não, porém eles continuaram a ser meninos lindos e super empenhados e eu passo a ser a desleixada. Logo, está fora de questão fazer isso, não me quero prejudicar assim tanto. Já é mau demais não ter valores para com certas pessoas e sair penalizada por esse motivo. (…) A originalidade é fulcral, lembrem-se disso. Mas nunca digam que são originais sem saberem o que isso significa. Eu dou uma pequena ajuda:
originalidade = corresponde à qualidade de ser original, ter criatividade e inovação no que é apresentado. Ser o autor do seu próprio trabalho, excluindo totalmente imitações. Ser-se exclusivo naquilo que se apresenta.»
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