«Não o odeio, isso é demasiado forte. Se há coisa que me faça uma certa comichão é que as pessoas sejam injustas e arranjem argumentos que não fazem o mínimo sentido. Pior ainda é quando os argumentos que me dão são fracos e sei que os consigo derrubar mas simplesmente não me apetece fazê-lo. Sinto-me injustiçada? Talvez, tenho razões para tal. Quando trabalho e me empenho e vejo que quem não trabalha nada e não se preocupa tem mais recompensas que eu, é lógico que não compreendo. Da próxima vez faço como os outros, não trabalho nada e eles também não, porém eles continuaram a ser meninos lindos e super empenhados e eu passo a ser a desleixada. Logo, está fora de questão fazer isso, não me quero prejudicar assim tanto. Já é mau demais não ter valores para com certas pessoas e sair penalizada por esse motivo. (…) A originalidade é fulcral, lembrem-se disso. Mas nunca digam que são originais sem saberem o que isso significa. Eu dou uma pequena ajuda:
originalidade = corresponde à qualidade de ser original, ter criatividade e inovação no que é apresentado. Ser o autor do seu próprio trabalho, excluindo totalmente imitações. Ser-se exclusivo naquilo que se apresenta.»
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