segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Dilemas de vida

«A crise tem destas coisas. O bloco de esquerda quer ressuscitar o defunto imposto sucessório. Aquele imposto que o estado cobrava cada vez que morria alguém. José Castro Caldas, distinto economista, explica nas páginas do jornal de negócios que a proposta "é à prova de bala do ponto de vista moral". E é. Até porque o morto não se pode queixar. Eu cá gosto da proposta. Tem é um problema que me incomoda. O imposto é muitíssimo permeável à evasão fiscal. Basta mantermo-nos vivos para fugirmos ao pagamento. O que faz dos médicos do Serviço Nacional de Saúde uma espécie de cúmplices. A doutrina diverge: depois de Fernando Leal da Costa defender que o melhor para as contas públicas era que os portugueses não ficassem doentes vem Castro Caldas acrescentar que o melhor era que morressem. Ainda assim prefiro o primeiro.»

fonte: http://31daarmada.blogs.sapo.pt/ 

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