Um sopro de correntes, lança-se...
e, sobre ela, um tecto de abismo, impõem-se....
E por séculos inquietos,
o sopro mantem-se,
ali, imovel, até que por simples acaso,
ou força de destino,
se solte, e retorne às origens.
isto é o Dário Florindo num dos seus momentos de loucura na escrita, que resultem em... nada.. ;)
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