«Dário,
Quero agradecer-te pelos risos mágicos, grandes e carregados de felicidade. Pedaços de nada e de tudo, que tiveste coragem de ofercer.
Longas...horas descontadas na conta ao final do mês, de saldo constemente positivo.
Serras a pique de passeios e trilhos fáceis de atravessar.
Matas estendidas nop chãom, à espera do pôr do sol, do anoitecer.
Um inesperado, anseios de harmonia.
Conselhos escritos a tinta permanente na alma, silencio.
Marcas de àgua, na pedra, obstante ao que era éramos.
Prazeres e desprazeres, parilhados no som de figuras distantes do Mundo.
Ali e acolá.
Lágrimas doces de açucar e jasmim. Rumores desarranjados, por trancos de um sitio que não nós pertence.
Refugio que encontrei em ti.
Obrigada, Ana»
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